Moro mente ao dizer que o ex-presidente não foi inocentado

Os advogados do ex-presidente Lula, Zanin e Valeska Martins, listam uma série de mentiras do ex-juiz suspeito sobre Lula, como a de que ele não é inocente: “afirmação desrespeita a Constituição” – Fato que não é novidade para ninguém pois desde que Moro apareceu na cena política do nada ele sempre caminhou à beira da constituição brasileira.

Com Brasil 247

Os advogados do ex-presidente Lula (PT), Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins, em artigo publicado na Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (2), enquadram o ex-juiz Sérgio Moro (Podemos), declarado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) parcial nos processos contra o petista na Lava Jato. É fato que depois dessa histórica decisão do STF os processos e as falsas provas caíram por terra sendo todos ou tudo anulados.

A defesa lista – e rebate – uma série de afirmações de Moro contra Lula, como a de que o petista não foi “inocentado”. “É uma afirmação que desrespeita a Constituição, que considera todos inocentes a menos que haja condenação transitada e julgada. Não existindo acusação válida, Lula é inocente, não cabendo a Moro ou a terceiros ‘inocentá-lo'”. Qualquer pessoa acusa de um crime tem que ter ampla defesa e só pode ser considerado ou chamado de condenado quando transitado e julgado em todas as instâncias, é o que diz a constituição.

Ainda segundo o artigo, Moro tem dito que os processos de Lula têm sido anulados por questões meramente processuais, quando na verdade foi competência da “13 Vara de Curitiba” por questão processual e alertado pela defesa em 2016. E que a suspeição de Moro significa que os processos não foram justos pois houve prejuízos a parte da defesa. Moro também mente ao dizer que o ex-presidente teria sido condenado pelo TRF-4 e STJ, já que foram anulados em primeira instância juntamente com a provas supostamente forjadas por Sérgio Moro e seus asseclas.

Esse material foi analisado pela Lava Jato, operação do Ministério Público que Moro, confirmando a parcialidade, gosta de dizer que ‘comandou’. Depois de mais de quatro anos de análise, a Polícia Federal concluiu que “as palestras, por exemplo”, aconteceram, foram legais e não tiveram irregularidades. Moro sabe disso e finge não saber. Ou está com amnésia ou usa suas falácias para tentar justificar o injustificável e ganhar espaço no campo político.

A Lava Jato e a atuação de Moro “revelam não apenas conluio de juiz e promotores para um julgamento parcial e farsesco, com ciência de que não tinham materialidade ou provas para uma denúncia, como uma aliança do juiz e acusação contra a defesa do réu na mídia, na seleção de procuradores nas audiências e nas estratégias do julgamento”, concluem. Por fim, sua ambição o levou a uma aliança com Bolsonaro que o acusa de chantageá-lo para ganhar cargo no STF.

Fonte: Brasil 247

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