O trágico legado do juiz suspeito Sérgio Moro ao Brasil

Dinheiro da Odebrecht, Tacla Duran, Condenado por ser juiz suspeito e muito lucro com dinheiro e quebradeira foi todo o legado de Moro que sonha com a presidência do Brasil. Agora é aguardar para que o ex-juiz suspeito tenha seus pagamentos revelados e sua cela reservada com tudo que tem direito.

Com Brasil 247 (RESUMÃO)

Neste sábado, 22, Moro usou seu Twitter para dizer que não prestou serviços direta ou indiretamente para a Odebrecht. Mente quem fala ou sugere o contrário. Eu desmantelei o império de corrupção da Odebrecht. Quem trabalhou para a Odebrecht foi o Lula. Disse o cara de pau que foi rebatido no mesmo dia por várias pessoas de diferentes grupos ideológicos e sociedade em geral.

Em matéria do Brasil 247, o ex-juiz Sérgio Moro, destruiu 4,4 milhões de empregos, segundo o Dieese, foi declarado suspeito pela suprema corte e depois foi contratado por uma empresa dos Estados Unidos, a Alvarez & Marsal, que ganhou R$ 42 milhões de empresas atingidas pela Lava Jato. Ao ser confrontado com a informação de que foi pago pela empresa que lucrou com a quebra da Odebrecht, ele diz que nunca trabalhou para a Odebrecht. De fato: Moro trabalhou para a empresa que lucrou com a quebra da Odebrecht.

O advogado Rodrigo Tacla Duran, que denunciou a tentativa de extorsão por parte do advogado Carlos Zucolotto, amigo do casal Sérgio e Rosângela Moro, para ser blindado na Lava Jato, estima que o ex-juiz suspeito recebeu mais de R$ 10 milhões da Alvarez & Marsal, consultoria que recebeu R$ 42 milhões de empresas brasileiras quebradas na Lava Jato. A revelação foi feita pelo jornalista Luís Nassif, que falou em ganhos de oito dígitos, ou seja, mais de R $10 milhões. Confira e leia reportagem do GGN:

https://jornalggn.com.br/wp-content/uploads/2022/01/jornalggn.com.br-consultoria-que-contratou-moro-ganhou-r-42-milhoes-das-empresas-pilhadas-pela-lava-jato-tacla-duran-moro.jpeg

É destaque na revista Veja deste final de semana: a consultora americana Alvarez & Marsal faturou mais de R $42 milhões apenas trabalhando na recuperação judicial de empresas que foram pilhadas pela operação Lava Jato sob a batuta de Sergio Moro.

A Alvarez & Marsal se recusou a informar quanto repassou a Sergio Moro a título de “consultoria” ao longo de 2020 e 2021. Investigada pelo Tribunal de Contas da União, a empresa informou que o valor faturado sobre as empreiteiras destruídas pela Lava Jato corresponde a 75% de todos os honorários que recebeu no Brasil nos últimos anos.

De acordo com Veja, foram R$ 1 milhão, por mês, da Odebrecht e da Atvos (antiga Odebrecht Agroindustrial); R$ 150 mil da Galvão Engenharia; R$ 115 mil do Estaleiro Enseada (que tem como sócias Odebrecht, OAS e UTC); e R$ 97 mil da OAS.

Já o deputado Rogério Correia do (PT) afirma que os pagamentos da consultoria estadunidense Alvarez & Marsal ao ex-juiz Sérgio Moro, que destruiu 4,4 milhões de empregos no Brasil, foi declarado suspeito pela suprema corte e depois foi contratado por uma empresa paga pelas construtoras que ele próprio quebrou na Lava Jato, devem ser considerados “propina”, e não salário. Confira e leia ainda a reportagem de José Higídio, do Conjur, sobre o caso:

O ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), levantou o sigilo de todos os documentos dos autos do processo sobre os honorários recebidos pelo ex-juiz Sergio Moro quando prestou serviços à consultoria Alvarez & Marsal, administradora judicial da construtora Odebrecht. Fatos que devem ser revelados em breve para que de uma vez por todas Sérgio Moro seja desmascarado e punido por todos seus crimes, não com a presidência mas sim com a cadeia pela qual ele tanto usou para conseguir “delações” e se beneficiar em todos os ambientes.

Nada menos que três quartos de todos os honorários que a consultoria recebe no Brasil são provenientes de empresas investigadas pela “lava jato”, na qualidade de administradora judicial dessas recuperadas. Grupos econômicos cuja ruína foi causada pela atuação de Moro à frente da 13ª Vara Federal de Curitiba. Só a Odebrecht paga mensalmente à ex-empregadora de Moro cerca de R$ 1,2 milhão. E já são 30 meses de contrato. Do que se tem notícia, a construtora baiana tem honrado os pagamentos milionários — que estão sendo depositados judicialmente, em razão de uma decisão da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. Mas a Odebrecht quer revisar seu acordo de leniência e está inadimplente com a União. A decisão pela publicidade do processo que tramita no TCU foi tomada após pedido do subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao TCU. Na última terça-feira (18/1), Dantas já havia concedido ao MP acesso integral ao contrato de Moro com a empresa.

No despacho, o ministro explica que a documentação da contratação de Moro até o momento não foi apresentada na íntegra. Apenas foram indicados excertos de cláusula contratual e termo de distrato do ex-juiz com uma das empresas que compõem o grupo empresarial no Brasil. Segundo Dantas, não haveria necessidade de tratamento sigiloso aos documentos, e os trechos especificamente sigilosos já estão tarjados.

Quanto às informações relativas aos processos em que a Alvarez & Marsal atua como administradora judicial e aos honorários estabelecidos, o ministro lembrou que são públicas e podem ser obtidas por meio de consultas às respectivas varas de falências e recuperações judiciais.

Dantas ressaltou que a administradora judicial “exerce relevante papel em regime de colaboração com o estado”, o que justificaria a classificação dos documentos dos autos como públicos.

O relator do processo ainda frisou que não constam nos autos informações protegidas por sigilo fiscal ou bancário. Com relação às transcrições das mensagens de Moro com os procuradores da auto apelidada “lava jato”, compartilhadas pelo Supremo Tribunal Federal, Dantas lembrou que não estão cobertas por segredo de Justiça.

Histórico

No final do último ano, Dantas determinou que a Alvarez & Marsal revelasse quanto pagou ao ex-juiz depois que ele deixou a empresa, em outubro de 2021. O ministro também ordenou um levantamento de todos os processos de recuperação judicial em que a consultoria atuou no período da “lava jato”, em ordem cronológica, para acompanhar a evolução dos negócios da empresa.

Segundo o MP, é preciso investigar o conflito de interesses no fato de o ex-juiz Sergio Moro ter proferido decisões judiciais e orientado as condições para celebração de acordos de leniência da Odebrecht e, logo em seguida, ter ido trabalhar para a consultoria que faz a administração da recuperação judicial da mesma empresa.

Com informações do ConJur/GGN

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