Com variante ômicron e quarta onda avançando no mundo, Brasil passa de 615 mil mortes

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o Brasil é o segundo país no mundo a alcançar essa triste marca, atrás apenas dos Estados Unidos, que registram mais de 777 mil vidas perdidas, ninguém punido e inúmeras famílias enlutadas, a bonificação é um calote que governo pretende dá para se salvar de punições em 2022, caso perca eleição.

Com CUT

No momento em que a Europa enfrenta a quarta onda de Covid-19, a Alemanha decreta “lockdown para os não vacinados”, e a variante ômicron avança no mundo, o Brasil alcança a triste marca de mais de 615 mil vidas perdidas para o novo coronavírus. Nos últimos dias o que se vê é um libera geral visando à economia do final de ano, carnaval e uma clara movimentação do governo para um plano totalmente eleitoreiro para 2022.

Nesta quinta-feira, 2, o país totalizou 615.179 óbitos e 22.118.782 casos de contaminação desde o início da pandemia, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). O Brasil é o segundo país no mundo a alcançar esse número de mortos, está atrás apenas dos Estados Unidos, que registraram mais de 777 mil vidas perdidas desde o início da pandemia, em março do ano passado. Tudo isso juntamente onde o negacionismo para com à ciência foi protagonizado pelos presidentes dos dois países, Trump que perdeu as eleições nos EUA, e seu fã declarado no Brasil Jair Messias Bolsonaro.

Trump e Bolsonaro discursam juntos em palanque em encontro em marco deste ano

Atualmente, a média móvel diária de mortes no Brasil é de 219 e o país completou ontem o 13º dia consecutivo em que o indicador ficou abaixo de 250 óbitos. Em 24 horas, foram registradas 215 mortes e 12.910 novos infectados. Em todo o Planeta são mais de 256 milhões de infectados. Ainda não se sabe o número exato de variantes circulando no mundo, suas consequências ou onde elas já atuam.

A Covid-19 já infectou mais de 256 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. O marco é alcançado 21 meses após o surgimento da doença na cidade de Wuhan, na China. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 5 milhões.

Quando se fala em vacinas podemos afirmar que, em 24 horas, 210 mil pessoas tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid. Quase 667 mil, tomaram a segunda ou a dose única e 339 mil, a dose de reforço. O total do dia foi de mais de 1,2 milhão de vacinados. Desde o começo da vacinação, mais de 159 milhões de brasileiros receberam a primeira dose, 74,62% da população. Estão com a vacinação completa mais de 134 milhões de pessoas, o que equivale a 63,03%. E mais de 16 milhões tomaram a dose de reforço: 7,87%. Números que não nos deixam nem um pouco tranquilos, ainda mais com a nova Ômicron no Brasil.

O Ministério da Saúde confirmou mais dois casos da ômicron em Brasília. Com as outras três infecções já detectadas anteriormente em São Paulo, o Brasil registra até o momento cinco pacientes com a nova variante do coronavírus. Notícia revelada pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira.

Os dois novos casos são de pessoas que estavam em um voo que veio da África do Sul, passou pela Etiópia e aterrissou no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, no sábado, 27 de novembro. De Guarulhos, os dois passageiros seguiram para Brasília. Um dos infectados está com sintomas e o outro permanece assintomático. Ambos estão isolados.

O general Manoel Luiz Narvaz Pafiadache, secretário da Saúde do DF, informou que todos os passageiros do voo Guarulhos-Brasília serão orientadas sobre o que devem fazer, como a testagem e o isolamento.O Ministério da Saúde também informou que há outros oito casos em investigação: Distrito Federal (6 casos), Rio de Janeiro (1) e em Minas Gerais (1).

A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) Soumya Swaminathan disse que a nova variante ômicron é muito transmissível, mas que as pessoas não devem entrar em pânico. “Até que ponto devemos ficar preocupados? Precisamos estar preparados e cautelosos, não entrar em pânico, porque estamos em uma situação diferente de um ano atrás”, disse Swaminathan à Reuters.

Alemanha impõe lockdown

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que se afastou do cargo nesta quinta-feira (2), anunciou que a vacinação contra a Covid-19 se tornará obrigatória no país a partir de fevereiro. O país vai impor por todo o território restrições de contato social para os que ainda não se imunizaram, o que a mídia local está descrevendo como “lockdown para os não vacinados”.

As pessoas não imunizadas serão impedidas entrar em lojas de produtos não-essenciais, com exceção daqueles que se recuperaram do Covid-19 recentemente. A chanceler também afirmou que boates e clubes terão de fechar se o número de infectados atingir acima de certo limite. A situação do Covid-19 é “muito séria”, avisou, com os casos confirmados em números altíssimos e a vacinação ainda menor que em muitas outras nações europeias.

A Áustria foi o primeiro país ocidental a tornar as vacinas obrigatórias recentemente. A Grécia também afirmou que faria a tomada das doses obrigatórias para pessoas acima de 60 anos. Especialistas alertam para uma possível quarta onda e o Brasil que é conhecido pelas festas dos mais variados gêneros, tem como especialidade aglomeração, irresponsabilidade e um governo que agora só pensa em ajudar seu povo mais vulnerável com seus 400 R$ no bolso, os mortos que se danem, pois o que interessa é 2022.

Com informações da Reuters/CUT

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