Dois casos da nova variante do coronavírus são detectados em São Paulo

Segundo laboratório, essa é a mesma cepa que surgiu no Reino Unido tem se expandido de forma rápida e letal

Da Redação

Atualmente  foram detectados dois casos da nova variante do coronavírus em São Paulo, informou nesta quinta-feira (31) o laboratório de diagnóstico Dasa. As informações são da BandNews TV nesta quarta-feira 31 de dezembro.

O laboratório divulgou também que já comunicou a descoberta ao Instituto Adolfo Lutz e à Vigilância Sanitária para a continuação das análises. Fatos ainda sem data certa para um diagnostico mais preciso sobre a nova variante do coronavírus.

Chamada de B.1.1.7, essa variante, mesma cepa que surgiu no Reino Unido, foi registrada em ao menos outros 17 países. Embora seja 56% mais contagiosa, ainda não se sabe se provoca casos mais graves da covid-19.

Segundo a coluna da jornalista Lúcia Helena do UOL, Enquanto botamos o champanhe para gelar, loucos para cantar “adeus, ano velho”, 2020 nos lembra que até o último minuto antes da meia-noite muita coisa pode acontecer: pesquisadores do laboratório de diagnóstico Dasa acabam de anunciar que identificaram em São Paulo dois casos da B.1.1.7 do SARS-CoV 2, variação do coronavírus encontrada inicialmente no Reino Unido e que cientistas britânicos estimaram ser de 50% a 74% mais contagiosa.

A mutação, que já representa mais de 50% dos novos casos diagnosticados de covid-19 na Inglaterra, de acordo com a OMS, foi detectada também em outros países da Europa e começa a se espalhar pelo mundo. foi detectada também em outros países da Europa e começa a se espalhar pelo mundo. Apesar de mais infecciosa, ela não é mais letal que as outras cepas dominantes do vírus, informou a matéria.

Os pesquisadores analisaram 400 amostras de RT-PCR de saliva, método que identifica três alvos distintos e não apenas o gene S, da sempre citada proteína spike. E, em duas delas, encontraram a linhagem B.1.1.7.

O virologista José Eduardo Levi, da Dasa, explica por que as alterações na proteína spike preocupam: “Como é usada para o vírus se ligar à célula humana, elas são capazes de torná-lo mais infeccioso”. Em outras palavras, como os cientistas britânicos que notaram pela primeira vez essas mutações desconfiam, isso faria o causador da pandemia ser transmitido com maior facilidade deixando o mundo mais vulnerável as mutações.

Voltando ao tema central o que se pode dizer é que cautela nas festas de fim de ano poderá ser um marco divisor entre a vida e morte, principalmente no Brasil onde não há nenhuma perspectiva no que se refere-se a vacina, imunização e cura para os casos comprovados da COVID-19 e suas variantes ou constantes mutações.

Com informações da Band News

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