Protestos violentos contra a Rede Carrefour marcam o Dia da Consciência Negra

Em pelo menos cinco grande capitais do Brasil dizem não ao racismo em protestos  contra  a morte do João Alberto Silveira Freitas por seguranças de um Hipermercado.

Da Redação

Depois do assassinato covarde  de João Alberto Silveira Freitas na véspera do dia que se  homenageia Zumbi dos Palmares, personagem que deu origem  ao  Dia da Consciência Negra, centenas de pessoas fizeram protestos nas lojas da Rede Carrefour no Brasil. João Alberto foi morto por seguranças na frente da esposa sem poder fazer nada. Os seguranças foram presos em flagrante logo depois do caso ser divulgado e repercutido.

Em São Paulo os atos tiveram iniciou no Masp, centro da cidade, e foi até o Carrefour da Pamplona, onde os manifestantes, revoltados com os casos de racismo, atearam fogo no supermercado. atos de protesto contra o assassinato de João Alberto Silveira Freitas ocorrem em várias cidades do País neste Dia de Zumbi e da Consciência Negra que é comemorado todo dia 20 de novembro. Numa unidade do Carrefour em São Paulo, manifestantes puseram fogo e teve muita destruição, vândalos se aproveitaram para depredar tudo que encontravam na frente.

Em Porto Alegre centenas de pessoas participam no início da noite desta sexta-feira 20, de protesto em frente à unidade do Carrefour onde o homem negro João Alberto Silveira Freitas foi assassinado por seguranças na noite dessa quinta-feira, véspera duddo Dia da Consciência Negra. O ato em Porto Alegre foi transmitido ao vivo pelo  canal Vozes Latinas. Tiveram atos também no Rio de janeiro, Curitiba e Fortaleza.

Seguindo a linha do Brasil extremista de direita, o delegada responsável pelo caso Carrefour diz que “não houve racismo”. O Laudo médico preliminar aponta asfixia como “causa provável” da morte de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, um homem negro, espancado por dois seguranças brancos do mercado. Segundo informações preliminares, o Carrefour teria dito que os seguranças estariam em suas horas de folga, o que nada justifica tamanha violência em um Brasil que qualquer poder já é sinônimo de poder bater, espancar e até matar.

Segundo informou o G1, a taxa de homicídios de negros no Brasil saltou de 34 para 37,8 por 100 mil habitantes entre 2008 e 2018, o que representa aumento de 11,5% no período, de acordo com o Atlas da Violência 2020. O Atlas da Violência é elaborado a partir de uma parceria entre o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e o Instituto de Econômica Aplicada (Ipea) e tem como base de dados os números apresentados pelo Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde.

Canal Vozes Latinas:

Foto: UOL

Com informações do Brasil 247 e G1

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