Glenn volta ao Twitter para defender sua liberdade e refutar posições tribais

Após anunciar seu desligamento do The Intercept, alegando ter sido censurado em matéria contra Joe Biden, o jornalista Glenn Greenwald rebate rotulações sobre ser de esquerda ou de direita

Segundo matéria do Brasil 247 na noite desta quinta-feira 29, o jornalista Glenn Greenwald voltou às redes sociais e defendeu sua decisão de se desligar do site The Intercept. Um dos autores da serie Vaza Jato, que revelou as ilegalidades da Lava Jato, criticou rotulações sobre ser de direita ou de esquerda.

“Pessoas que desejam alegar que uma pessoa está ‘à direita’ ou ‘à esquerda’ ou o que quer que seja, devem ser capazes de identificar algumas posições e crenças que a pessoa possui indicativos dessa ideologia”, escreveu Greenwald pelo Twitter.

Em nota publicada no Substack, Greenwald disse que foi censurado pelos editores do Intercept, veículo do qual é co-fundador, e foi impedido de publicar uma reportagem contendo denúncias sobre a conduta do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden.

“O artigo censurado, baseado em e-mails revelados recentemente e depoimentos de testemunhas, levantou questões críticas sobre a conduta de Biden”, escreveu Greenwald.

“O artigo censurado será publicado nesta página em breve”, acrescentou o jornalista. O The Intercept, como outros veículos dos Estados Unidos, apoia o candidato democrata numa tentativa de barrar a reeleição do presidente Donald Trump.

Em resposta às acusações de Glenn Greenwald, o The Intercept publicou um editorial em que refuta as denúncias e afirma que o jornalista faz “parecer uma vítima, em vez de uma pessoa adulta fazendo birra”.

Pessoas que desejam alegar que uma pessoa está “à direita” ou “à esquerda” ou o que quer que seja, devem ser capazes de identificar algumas posições e crenças que a pessoa possui indicativos dessa ideologia. Esses termos fazem referência a um sistema de crenças ideológicas; eles não são identificadores tribais. Disse ele pelo Twitter.

Pessoas anônimas e famosas se manietaram sobre o caso, uma delas disse, “Não é segredo para mim que o “The Intercept” seja movido por uma agenda diferente do puro jornalismo investigativo. É óbvio. Lembro-me da Síria em particular, se não me engano”. Postou uma ativista que em seu perfil, aparentemente deve  ser do “Democracia revolucionária unindo conservadores e progressistas”.

Com informações do 247

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